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dc.contributor.authorNovoa, Maria Concepciónes_ES
dc.contributor.authorBurnham, Teresinha Fróeses_ES
dc.date.accessioned2015-08-25T14:56:00Z
dc.date.available2015-08-25T14:56:00Z
dc.date.issued2011es_ES
dc.identifier.citationNovoa, Maria Concepción,Burnham, Teresinha Fróes (2011) Desafios para a universalização da genética clínica: o caso brasileiro. Rev Panam Salud Publica;29(1) 61-68,jan. 2011. Retrieved from http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892011000100010pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892011000100010es_ES
dc.identifier.urihttps://iris.paho.org/handle/10665.2/9586
dc.relation.ispartofseriesRev Panam Salud Publica;29(1),ene. 2011es_ES
dc.subjectGenética Médicaes_ES
dc.subjectAconselhamento Genéticoes_ES
dc.subjectSistema Único de Saúdept_BR
dc.subjectFormação de Recursos Humanospt_BR
dc.subjectProgramas Nacionais de Saúdept_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.subjectGenetics, Medicales_ES
dc.subjectGenetic Couselinges_ES
dc.subjectUnified Health Systemen_US
dc.subjectHuman Resources Developmenten_US
dc.subjectNational health programses_ES
dc.subjectBrazilen_US
dc.subjectGenética Médicaes_ES
dc.subjectProgramas Nacionais de Saúdept_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.subjectPrevisõespt_BR
dc.subjectAconselhamento Genéticoes_ES
dc.subjectGenética Médicaes_ES
dc.subjectGenética Médicaes_ES
dc.subjectGenética Médicaes_ES
dc.subjectProgramas Governamentaispt_BR
dc.subjectRecursos Humanos em Saúdept_BR
dc.subjectPolítica de Saúdept_BR
dc.subjectProgramas Nacionais de Saúdept_BR
dc.titleDesafios para a universalização da genética clínica: o caso brasileiropt_BR
dc.typeJournal articlesen_US
dc.rights.holderPan American Health Organizationen_US
dc.description.notesEste artigo aborda as dificuldades de inserir a genética médica como parte do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. Em 2009, foi instituída no Brasil a Política Nacional de Atenção Integral em Genética Médica, cujo pilar central seria o aconselhamento genético. Porém, são problemas estratégicos para a implementação dessa política a falta de programas de formação em aconselhamento genético, o desconhecimento acerca de quantos profissionais existem para prestar esse aconselhamento e o provável baixo número de profissionais disponíveis. É desejável uma atuação conjunta dos Ministérios da Saúde e da Educação para ampliar a educação em genética e a formação em aconselhamento genético para todas as profissões no campo da saúde. Além disso, é essencial a inclusão da genética em programas como o Saúde da Família, que permitirá um mapeamento da incidência das doenças genéticas no país e a implementação de aconselhamento genético apesar do grande território e da heterogeneidade populacional do Brasil. Finalmente, a inserção da genética médica no SUS depende do engajamento de profissionais médicos e não médicos no trabalho em equipes horizontais, com alteração da tradicional hierarquia da atenção à saúde.(AU)pt_BR
dc.description.notesThe present article deals with the difficulties of introducing medical genetics as part of the Brazilian public Unified Health System (SUS). A national policy of comprehensive care in medical genetics was established in 2009, having genetic counseling as a central pillar. However, there are strategic limitations to the implementation of this policy: a dearth of genetic counseling training programs, the lack of knowledge concerning the number of professionals available to provide genetic counseling, and the likely low number of professionals available for the job. A joint effort by the ministries of health and education is desirable to foster genetics and genetic counseling training for all health professions. In addition, genetics must be introduced in government programs such as the Family Health Program (Saúde da Família), a measure that would allow a mapping of the incidence of genetic diseases in the country and the implementation of genetic counseling despite the size of the territory and the population heterogeneity. Lastly, the introduction of medical genetics as part of the SUS depends on the engagement of medical and nonmedical professionals in horizontal teamwork, with a change in the hierarchy that has traditionally been at the foundations of health care.(AU)en_US


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