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dc.contributor.authorPolese, Janaíne Cunhaes_ES
dc.contributor.authorNascimento, Lucas Rodrigueses_ES
dc.contributor.authorFaria, Christina Danielli Coelho de Moraises_ES
dc.contributor.authorLaurentino, Glória Elizabeth Carneiroes_ES
dc.contributor.authorRodrigues-de-Paula, Fátimaes_ES
dc.contributor.authorAda, Louisees_ES
dc.contributor.authorTeixeira-Salmela, Luci Fuscaldies_ES
dc.date.accessioned2015-08-25T14:55:42Z
dc.date.available2015-08-25T14:55:42Z
dc.date.issued2011es_ES
dc.identifier.citationPolese, Janaíne Cunha,Nascimento, Lucas Rodrigues,Faria, Christina Danielli Coelho de Morais,Laurentino, Glória Elizabeth Carneiro,Rodrigues-de-Paula, Fátima,Ada, Louise,Teixeira-Salmela, Luci Fuscaldi (2011) Percepção de hemiplégicos crônicos sobre o uso de dispositivos auxiliares na marcha. Rev Panam Salud Publica;30(3) 204-208,set. 2011. Retrieved from http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892011000900003pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892011000900003es_ES
dc.identifier.urihttps://iris.paho.org/handle/10665.2/9462
dc.format.extenttabes_ES
dc.relation.ispartofseriesRev Panam Salud Publica;30(3),sept. 2011es_ES
dc.subjectAcidente Cerebral Vasculares_ES
dc.subjectMarchaes_ES
dc.subjectBengalases_ES
dc.subjectSatisfação do pacientept_BR
dc.subjectStrokees_ES
dc.subjectGaites_ES
dc.subjectCanees_ES
dc.subjectPatient satisfactiones_ES
dc.subjectAtitude Frente a Saúdept_BR
dc.subjectBengalaes_ES
dc.subjectMuletases_ES
dc.subjectHemiplegiaes_ES
dc.subjectHemiplegiaes_ES
dc.subjectDoenças Crônicaspt_BR
dc.subjectEstudos Transversaispt_BR
dc.titlePercepção de hemiplégicos crônicos sobre o uso de dispositivos auxiliares na marchapt_BR
dc.typeJournal articlesen_US
dc.rights.holderPan American Health Organizationen_US
dc.description.notesOBJETIVO: Avaliar a percepção de hemiplégicos crônicos sobre o uso de dispositivos auxiliares (DA) na marcha. MÉTODOS: A partir de um banco de dados de 360 hemiplégicos, foram recrutados 23 indivíduos que utilizavam DA e preenchiam os critérios de inclusão. A média de idade foi de 58,4 anos, tempo pós-acidente vascular encefálico de 80,8 meses e tempo de uso do DA de 67,6 meses. Para avaliar a percepção dos participantes, utilizou-se um questionário padronizado, composto por cinco questões: impacto do DA na habilidade para descarregar peso no membro parético; impacto na habilidade para movimentar o membro parético; impacto na confiança; impacto na segurança; e impacto no jeito de caminhar. As respostas possíveis eram "melhorou", "não alterou" ou "piorou". RESULTADOS: Quatorze indivíduos utilizavam bengalas e nove utilizavam muletas canadenses; 21 (91,3 por cento) utilizavam DA somente em vias públicas e dois (8,7 por cento) utilizavam DA também em ambiente domiciliar. A percepção em relação ao uso do DA foi positiva nas quatro primeiras questões (6,87 χ2 29,83; 0,0001 P 0,03), com relatos de melhora na descarga de peso (82,6 por cento), na habilidade de movimentar o membro parético (39,1 por cento), na confiança para caminhar (82,6 por cento) e na segurança (86,9 por cento). Não foram observadas diferenças significativas para o item jeito de caminhar (χ2= 1,09; P = 0,30). CONCLUSÕES: A percepção dos indivíduos hemiplégicos crônicos foi positiva em relação ao uso de DA para deambulação, sugerindo que esses dispositivos podem melhorar a mobilidade e a independência durante as atividades de vida diária.(AU)pt_BR
dc.description.notesOBJECTIVE: To assess the perception of patients with chronic hemiplegia regarding the use of assistive walking devices (AWD). METHODS: Twenty-three individuals who met the inclusion criteria and used AWD were recruited from a database of 360 stroke survivors. Their mean age was 58.4 years, mean time since stroke was 80.8 months, and mean time using AWD was 67.6 months. To assess the participants' perception, was used a standardized questionnaire covering the impact of AWDs on five aspects: weight-bearing on the paretic limb; ability to move the paretic limb; confidence; safety; and walking style. Possible answers were "improved," "unchanged," or "decreased." RESULTS: Fourteen individuals used canes and nine used elbow crutches; 21 (91.3 percent) used AWDs on public roads and only two (8.7 percent) used AWDs at home. The perception regarding the use of AWDs were positive in the first four questions (6.87 χ2 29.83; 0.0001 P 0.03), with reports of improvement in weight-bearing (82.6 percent), ability to move the paretic limb (39.1 percent), confidence (82.6 percent), and safety (86.9 percent). No significant differences were found in terms of walking style (χ2 = 1.09; P = 0.30). CONCLUSIONS: The perception of chronic hemiplegic subjects regarding the use of AWD were positive, suggesting that these devices can improve mobility and independence in activities of daily living.(AU)en_US


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