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dc.contributor.authorAbreu, Mauro Henrique Nogueira Guimarães dees_ES
dc.contributor.authorAcúrcio, Francisco de Assises_ES
dc.contributor.authorResende, Vera Lúcia Silvaes_ES
dc.date.accessioned2015-08-25T14:54:21Z
dc.date.available2015-08-25T14:54:21Z
dc.date.issued2000es_ES
dc.identifier.citationAbreu, Mauro Henrique Nogueira Guimaraes de,Acúrcio, Francisco de Assis,Resende, Vera Lúcia Silva (2000) Utilizaçao de psicofármacos por pacientes odontológicos em Minas Gerais, Brasil. Rev Panam Salud Publica;7(1) -,jan. 2000. Retrieved from http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892000000100003&lng=pt&nrm=isoes_ES
dc.identifier.urihttp://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892000000100003&lng=pt&nrm=isoes_ES
dc.identifier.urihttps://iris.paho.org/handle/10665.2/8871
dc.format.extenttabes_ES
dc.relation.ispartofseriesRev Panam Salud Publica;7(1),jan. 2000es_ES
dc.subjectPsicofarmacologiaes_ES
dc.subjectAssistência Odontológicapt_BR
dc.subjectAnsiolíticoses_ES
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.titleUtilizaçao de psicofármacos por pacientes odontológicos em Minas Gerais, Brasiles_ES
dc.title.alternativeThe use of psychotropics by dental patients in Minas Gerais, Braziles_ES
dc.typeJournal articlesen_US
dc.rights.holderPan American Health Organizationen_US
dc.description.notesA utilizaçao de medicamentos no Brasil, inclusive dos psicofármacos, tem sido considerada exacerbada e indiscriminada. Mesmo assim, é reduzido o número de trabalhos sobre a utilizaçao destes medicamentos, principalmente entre usuários de serviços odontológicos. O estudo teve como objetivo a verificaçao da prevalência de consumo de psicofármacos, nos períodos de 15 dias e de 12 meses que antecederam o estudo, entre os usuários das clínicas integradas de atençao primária da Faculdade de Odontologia, Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil. A coleta de dados utilizou formulários de entrevistas aplicados a todos os indivíduos maiores de 12 anos, atendidos nestas clínicas durante o mês de junho de 1997. O consumo de psicofármacos foi de 4 por cento e 10 por cento, respectivamente, para os 15 dias e 12 meses que antecederam o estudo. Os ansiolíticos foram os mais consumidos nos 12 meses antes do estudo, totalizando aproximadamente 40 por cento do consumo global. O grupo de indivíduos com idade até 23 anos (mediana da idade) apresentou um consumo menor do que o grupo com idade superior a 23 anos (P 0,01). Houve uma associaçao significativa (P 0,05) entre o sexo feminino e o consumo destas drogas, bem como entre a profissao de dona de casa e o consumo (P 0,03). Os usuários que relataram serem casados ou amasiados (uniao estável) apresentaram maior consumo de psicofármacos quando comparados com os solteiros, viúvos ou separados (uniao instável) (P 0,03). Nao houve associaçao entre a utilizaçao de psicofármacos e a escolaridade. Apesar da importancia da informaçao a respeito do uso de psicofármacos para o diagnóstico e planejamento integral em odontologia, apenas 40 por cento dos alunos das clínicas integradas relataram ter anotado este dado em ficha clínica. Tal fato pode indicar que o ensino de Odontologia está sendo falho neste aspecto, devendo, entao, ser repensada a importancia dada a questao dos medicamentos durante a formaçao dos cirurgioes-dentistaspt_BR


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