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dc.contributor.authorSilva, Silvio Rocha Correa daes_ES
dc.contributor.authorValsecki Junior, Ayltones_ES
dc.date.accessioned2015-08-25T14:53:44Z
dc.date.available2015-08-25T14:53:44Z
dc.date.issued2000es_ES
dc.identifier.citationSilva, Silvio Rocha Correa da,Valsecki Junior, Aylton (2000) Avaliaçao das condiçoes de saude bucal dos idosos em um municipio brasileiro. Rev Panam Salud Publica;8(4) 268-271,oct. 2000. Retrieved from http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892000000900006&lng=pt&nrm=iso&tlng=ptes_ES
dc.identifier.urihttp://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892000000900006&lng=pt&nrm=iso&tlng=ptes_ES
dc.identifier.urihttps://iris.paho.org/handle/10665.2/8575
dc.format.extenttabes_ES
dc.relation.ispartofseriesRev Panam Salud Publica;8(4),oct. 2000es_ES
dc.subjectAssistência Odontológica para Idosospt_BR
dc.subjectSaúde Bucalpt_BR
dc.subjectQualidade, Acesso e Avaliação da Assistência à Saúdept_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.titleAvaliaçao das condiçoes de saude bucal dos idosos em um municipio brasileiroes_ES
dc.title.alternativeAssessment of oral health in an elderly Brazilian populationes_ES
dc.typeJournal articlesen_US
dc.rights.holderPan American Health Organizationen_US
dc.description.notesO objetivo deste estudo foi avaliar as condiçoes de saude bucal em pessoas com 60 anos ou mais no Municipio de Araraquara, Estado de Sao Paulo, Brasil, no ano de 1998. Participaram do estudo 194 pessoas (91 institucionalizadas, com idade media de 73,6 anos, e 103 nao-institucionalizadas, com idade media de 69,3 anos), que foram examinadas por um cirurgiao-dentista, previamente treinado, para determinar a prevalencia das principais doencas bucais. Os resultados mostraram um grande numero de pessoas edentadas (72 por cento dos institucionalizados e 60 por cento dos nao-institucionalizados) e de dentes extraidos (93 e 90 por cento, respectivamente), grande frequencia de bolsas periodontais (57 e 75 por cento) e de proteses inadequadas (80 por cento das proteses em pessoas institucionalizadas e 61 por cento em pessoas nao-institucionalizadas). Os resultados mostram o comprometimento da qualidade de vida de grande parte dessas pessoas e indicam a necessidade de maior atencao dos servicos publicos a esse grupo populacionalpt_BR


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