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dc.contributor.authorLi, Li Mines_ES
dc.contributor.authorFernandes, Paula Teixeiraes_ES
dc.contributor.authorMory, Susanaes_ES
dc.contributor.authorNoronha, Ana Lucia Andradees_ES
dc.contributor.authorBoer, Hanneke M. dees_ES
dc.contributor.authorEspíndola, Javieres_ES
dc.contributor.authorMiranda, Claudioes_ES
dc.contributor.authorSander, Josemir Wes_ES
dc.contributor.authorPrilipko, Leonides_ES
dc.date.accessioned2015-08-25T14:52:32Z
dc.date.available2015-08-25T14:52:32Z
dc.date.issued2005es_ES
dc.identifier.citationLi, Li Min,Fernandes, Paula Teixeira,Mory, Susana,Noronha, Ana Lucia Andrade,Boer, Hanneke M. de,Espíndola, Javier,Miranda, Claudio,Sander, Josemir W,Prilipko, Leonid (2005) Manejo da epilepsia na rede básica de saúde no Brasil: os profissionais estão preparados?. Rev Panam Salud Publica;18(4/5) 296-302,out.-nov. 2005. Retrieved from http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892005000900010pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892005000900010es_ES
dc.identifier.urihttps://iris.paho.org/handle/10665.2/8030
dc.format.extenttabes_ES
dc.relation.ispartofseriesRev Panam Salud Publica;18(4/5),oct.-nov. 2005es_ES
dc.subjectCompetência Clínicaes_ES
dc.subjectEpilepsiaes_ES
dc.subjectAtenção Primária à Saúdept_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.subjectQuestionáriospt_BR
dc.titleManejo da epilepsia na rede básica de saúde no Brasil: os profissionais estão preparados?pt_BR
dc.title.alternativeManaging epilepsy in the primary care network in Brazil: are health professionals prepared?en_US
dc.typeJournal articlesen_US
dc.rights.holderPan American Health Organizationen_US
dc.description.notesOBJETIVO: Identificar a percepção quanto à epilepsia dos profissionais médicos e não-médicos que atuam na rede básica de saúde no Brasil. MÉTODO: Os dados foram coletados durante o VI Congresso Brasileiro de Medicina de Família e Comunidade e VI Congresso de Medicina Familiar, realizados em 2004 no Rio de Janeiro, com 1 200 participantes de todo o Brasil. Foram aplicados dois questionários, um para os médicos e outro para profissionais não-médicos da área da saúde. RESULTADOS: Quinhentas e noventa e oito pessoas responderam aos questionários. Tanto os 345 médicos como os 253 não-médicos mostraram uma percepção adequada sobre a epilepsia. A porcentagem média estimada (auto-informada) de pessoas com epilepsia na população atendida pelos profissionais que participaram do estudo foi de 0,78 por cento (286 respostas; 0 a 8 por cento; mediana = 0,37 por cento); de pacientes com crises controladas, 60 por cento; de pacientes em monoterapia, 55 por cento; de médicos que encaminhavam seus pacientes para o neurologista, 59 por cento; e de pacientes que estavam trabalhando ou estudando, 56 por cento. Do total de médicos, 252 (73 por cento) informaram não se sentir seguros no manejo de pessoas com epilepsia, enquanto 84 (24 por cento) sentiam-se seguros e nove (3 por cento) não sabiam; dos 252 médicos que se sentiam inseguros, 226 (90 por cento) disseram que participariam de um treinamento para melhorar a qualidade do atendimento médico na epilepsia. CONCLUSÃO: Os profissionais que participaram do estudo, atuantes no sistema básico de saúde, indicaram que o sistema tem os elementos fundamentais para o tratamento integral da epilepsia. Contudo, para garantir o estabelecimento de um programa efetivo e eficiente de manejo da epilepsia na rede básica, são necessárias: uma rede de referência e contra-referência, a distribuição contínua de drogas anti-epilépticas, a monitorização do manejo da epilepsia pelo Sistema de Informação da Atenção Básica do governo federal e a educação continuada de profissionais de saúde, com ênfase inclusive no apoio psicológico e inserção social dos pacientes portadores de epilepsia. (AU)pt_BR


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