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dc.contributor.authorOrtiz, Roberta
dc.contributor.authorVásquez, Liliana
dc.contributor.authorGiri, Bishnu
dc.contributor.authorKapambwe, Sharon
dc.contributor.authorDille, Issimouha
dc.contributor.authorMahmoud, Lamia
dc.contributor.authorBolormaa, Sukhbaatar
dc.contributor.authorKasymova, Nazokat
dc.contributor.authorIlbawi, Andre
dc.date.accessioned2023
dc.date.available2023
dc.date.issued2023
dc.identifier.issn1680 5348
dc.identifier.urihttps://iris.paho.org/handle/10665.2/58906
dc.description.abstract[ABSTRACT]. Cancer is a major public health concern, impacting nearly 20 million people each year, and it is responsible for 1 in 6 deaths worldwide. The burden of cancer is increasing rapidly, straining health systems that are unable to prevent and manage the disease. Childhood cancer constitutes a significant and relevant public health challenge; it was the ninth leading cause of childhood disease globally, according to findings by the Global Burden of Disease 2017 study. Almost 80% of all children diagnosed with cancer live in low- and middle-income countries where treatment is often unavailable or unaffordable. As a result, only about 15–45% of these children survive compared with more than 80% in high-income countries. This represents a great health inequity. Delivering on the mandate provided by World Health Assembly resolution 70.12, WHO together with St. Jude Children’s Research Hospital and other global partners launched the Global Initiative for Childhood Cancer at the United Nations General Assembly during the third High-level Meeting on the prevention and control of noncommunicable diseases in September 2018. The Initiative aims to increase global survival for children with cancer to at least 60% by 2030, while reducing suffering for all children with cancer. Five years after launching the Initiative, more than 70 countries across the World Health Organization’s 6 regions have advanced to different phases of action through implementation of the Initiative’s CureAll framework for action. Many successful approaches to implementing the CureAll pillars and enablers have demonstrated that improving care for children with cancer in low- and middle-income countries is possible as long as there is strong political will, multisectoral commitments and strategic investment.en_US
dc.description.abstract[RESUMEN]. El cáncer es un importante problema de salud pública: afecta a cerca de 20 millones de personas cada año y es responsable de 1 de cada 6 muertes a nivel mundial. La carga del cáncer está aumentando rápidamente, lo que somete a una gran presión a los sistemas de salud que no pueden prevenir y manejar la enfermedad. El cáncer infantil constituye un importante problema de salud pública y tiene gran relevancia: fue la novena causa de enfermedad infantil a nivel mundial, según los hallazgos del estudio sobre la carga mundial de enfermedad correspondiente al 2017. Casi el 80% de todos los casos de cáncer infantil se registran en países de ingresos bajos o medianos, donde el tratamiento a menudo resulta inasequible o no está disponible. Por este motivo, solo sobreviven entre el 15% y el 45% de estos pacientes pediátricos, frente a más del 80% en los países de ingresos altos. Esto constituye una gran inequidad en materia de salud. En cumplimiento del mandato establecido en la resolución WHA70.12 de la Asamblea Mundial de la Salud, la Organización Mundial de la Salud (OMS) —junto con el hospital pediátrico de investigación St. Jude y otros asociados mundiales— puso en marcha la Iniciativa Mundial contra el Cáncer Infantil ante la Asamblea General de las Naciones Unidas, en ocasión de la tercera reunión de alto nivel sobre la prevención y el control de las enfermedades no transmisibles, celebrada en septiembre del 2018. Esta iniciativa tiene como objetivo incrementar la tasa de supervivencia mundial de los pacientes pediátricos con cáncer hasta por lo menos el 60% para el 2030 y, simultáneamente, reducir el sufrimiento de toda la población infantil con cáncer. Transcurridos cinco años de la puesta en marcha de la iniciativa, más de 70 países de las seis regiones de la OMS han logrado avanzar a distintas fases de actuación mediante la aplicación del marco de acción de la iniciativa denominado CureAll. Ha habido muchos enfoques que han dado buenos resultados para la consecución de los pilares y los elementos facilitadores de CureAll y que han demostrado que es posible mejorar la atención de la población infantil con cáncer en los países de ingresos bajos y medianos, siempre que haya una férrea voluntad política, compromisos multisectoriales e inversiones estratégicas.en_US
dc.description.abstract[RESUMO]. O câncer é um importante problema de saúde pública que afeta cerca de 20 milhões de pessoas a cada ano e é responsável por uma em cada seis mortes em todo o mundo. A carga do câncer está aumentando rapidamente, sobrecarregando os sistemas de saúde, que não conseguem prevenir e controlar a doença. O câncer infantil constitui um desafio significativo e relevante para a saúde pública: essa foi a nona principal causa de doenças infantis em todo o mundo, de acordo com os resultados do estudo Global Burden of Disease 2017. Quase 80% de todas as crianças diagnosticadas com câncer vivem em países de baixa e média renda, onde o tratamento geralmente não está disponível ou é inacessível. Como resultado, apenas cerca de 15% a 45% dessas crianças sobrevivem, em comparação com mais de 80% nos países de alta renda. Isso representa uma grande falta de equidade em saúde. Cumprindo o estabelecido pela Resolução 70.12 da Assembleia Mundial da Saúde, a Organização Mundial da Saúde (OMS), juntamente com o Saint Jude Children's Research Hospital e outros parceiros mundiais, lançou a Iniciativa Global para o Câncer Infantil na Assembleia Geral das Nações Unidas, durante a terceira Reunião de Alto Nível sobre prevenção e controle de doenças não transmissíveis, em setembro de 2018. A Iniciativa tem como objetivo aumentar a sobrevida global de crianças com câncer para pelo menos 60% até 2030 e, ao mesmo tempo, reduzir o sofrimento de todas as crianças com câncer. Cinco anos após o lançamento da Iniciativa, mais de 70 países das seis regiões da OMS avançaram para diferentes fases de ação por meio da implementação da estrutura CureAll da Iniciativa. O sucesso de muitas abordagens para implementação dos pilares e facilitadores da CureAll demonstraram que é possível melhorar o atendimento a crianças com câncer em países de baixa e média renda, desde que haja forte vontade política, compromissos multissetoriais e investimento estratégico.en_US
dc.language.isoenen_US
dc.relation.ispartofseriesRev Panam Salud Public;47, dic. 2023
dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 IGO*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/igo/*
dc.subjectChild Healthen_US
dc.subjectNeoplasmsen_US
dc.subjectHealth Policyen_US
dc.subjectSalud Infantilen_US
dc.subjectNeoplasiasen_US
dc.subjectPolítica de Saluden_US
dc.subjectSaúde da Criançaen_US
dc.subjectPolítica de Saúdeen_US
dc.titleDeveloping and sustaining high-quality care for children with cancer: the WHO Global Initiative for Childhood Canceren_US
dc.title.alternativeDesarrollo y mantenimiento de una atención de alta calidad para pacientes pediátricos con cáncer: la Iniciativa Mundial de la OMS contra el Cáncer Infantilen_US
dc.title.alternativeDesenvolvimento e manutenção de atenção de alta qualidade para crianças com câncer: a Iniciativa Global para o Câncer Infantil da OMSen_US
dc.typeJournal articlesen_US
dc.rights.holderPan American Health Organizationen_US
paho.articletypeOpinion and analysisen_US
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.26633/RPSP.2023.164
paho.source.centercodeUS1.1en_US
dc.relation.ispartofjournalRevista Panamericana de Salud Públicaes_ES
dc.relation.ispartofjournalPan American Journal of Public Health
paho.journal.vol47en_US
paho.page5 p.en_US


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