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Leaving no one behind: Methodology to set health inequality reduction targets for Sustainable Development Goal 3
Não deixar ninguém para trás: uma metodologia para estabelecer metas de redução das desigualdades em saúde sob o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3

dc.contributor.authorSanhueza, Antonio
dc.contributor.authorEspinosa, Isabel
dc.contributor.authorMújica, Oscar J.
dc.contributor.authorda Silva Jr., Jarbas Barbosa
dc.date.accessioned2020-12-07T19:41:23Z
dc.date.available2020-12-07T19:41:23Z
dc.date.issued2020-12-07
dc.identifier.citationSanhueza A, Espinosa I, Mújica OJ, da Silva Jr. JB. Sin dejar a nadie atrás: una metodología para establecer metas de reducción de desigualdad en salud del Objetivo de Desarrollo Sostenible 3. Rev Panam Salud Publica. 2020;44:e155. https://doi.org/10.26633/RPSP.2020.155en_US
dc.identifier.issn1680 5348
dc.identifier.urihttps://iris.paho.org/handle/10665.2/53115
dc.description.abstract[RESUMEN]. Objetivos. Presentar una metodología para la formulación simultánea de metas cuantitativas que reflejen tanto la mejoría del promedio nacional de un indicador del tercer Objetivo de Desarrollo Sostenible (ODS3) como la reducción de su desigualdad geográfica. Métodos. Se definió un algoritmo en cinco pasos: a) cálculo del cambio porcentual anual promedio (CPAP) nacional para un indicador del ODS3; b) definición normativa de estratos geográficos a partir de la distribución subnacional del indicador en un año base; c) aplicación de un criterio de progresividad proporcional del CPAP para proyectar el indicador estrato-específico al año meta; d) establecimiento de la meta nacional como el promedio ponderado del indicador en las unidades territoriales subnacionales al año meta; y e) formulación de metas de reducción de desigualdad mediante el cálculo de las brechas absoluta y relativa entre los estratos extremos al año meta. Resultados. Se aplicó el algoritmo al indicador ODS 3.1.1 (razón de mortalidad materna, RMM), desagregado por los 22 departamentos de Guatemala para el año base 2014 (RMM = 113 por 100 000 nacidos vivos). Sosteniendo la intensidad promedio de CPAP observada entre 2009 y 2014 (−4,3%) y focalizando sus acciones con progresividad territorial, el país reduciría al 2030 su RMM a 53 por 100 000 nacidos vivos y sus brechas absoluta y relativa en 72% y 48%, respectivamente. Conclusiones. La metodología propuesta permite formular simultáneamente metas de reducción de las desigualdades geográficas en salud y hacer explícita la primacía del principio de equidad expresado en el compromiso de no dejar a nadie atrás que identifica a los ODS, cuya urgencia cobra renovada relevancia en el escenario pospandémico actual.en_US
dc.description.abstract[ABSTRACT]. Objectives. Present methodology for the concurrent development of quantitative targets that reflect improvement in the national average of an indicator for Sustainable Development Goal 3 (SDG3), as well as a reduction in geographic inequality. Methods. A five-step algorithm was developed: a) calculate the national average annual percentage change (AAPC) for an SDG3 indicator; b) standardize the definition of geographic strata based on subnational distribution of the indicator in a base year; c) apply a criterion for proportional progress in the AAPC in order to project the stratum-specific indicator to the target year; d) set the national target as the weighted average of the indicator in the subnational territorial units for the target year; and e) develop inequality reduction targets by calculating absolute and relative gaps between the top and bottom strata for the target year. Results. The algorithm was applied to SDG indicator 3.1.1 (maternal mortality ratio, MMR), disaggregated by Guatemala’s 22 departments for base year 2014 (MMR = 113/100,000 live births). By sustaining the average AAPC rate attained from 2009 to 2014 (-4.3%) and targeting its actions to territorial progress, the country would reduce its MMR to 53/100,000 by 2030 and its absolute and relative gaps by 72% and 48%, respectively. Conclusions. The proposed methodology makes it possible to concurrently develop targets for the reduction of geographic inequalities in health and improvements in the national average, with explicit reference to the primacy of the principle of equity expressed in the SDGs’ commitment to leaving no one behind, whose urgency is newly important in the current post-pandemic scenario.en_US
dc.description.abstract[RESUMO]. Objetivos. Apresentar uma metodologia para a formulação simultânea de metas quantitativas que reflitam tanto a melhoria da média nacional de um indicador do terceiro Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS3) quanto a redução das desigualdades geográfica nesse indicador. Métodos. Estabelecemos um algoritmo em cinco etapas: (a) cálculo da variação percentual anual média (VPAM) em um país para um indicador do ODS3, (b) definição normativa de estratos geográficos a partir da distribuição subnacional do indicador em um ano base, (c) aplicação de um critério de progressividade proporcional da VPAM para projetar o indicador específico do estrato para o ano base, (d) estabelecimento da meta nacional como a média ponderada do indicador nas unidades territoriais subnacionais para o ano alvo e (e) estabelecimento de metas para a redução das desigualdades calculando a disparidade absoluta e relativa entre os estratos extremos para o ano alvo. Resultados. Aplicamos o algoritmo ao indicador ODS 3.1.1 (razão de mortalidade materna, RMM), desagregado pelos 22 departamentos da Guatemala para o ano base de 2014 (RMM = 113 por 100.000 nascidos vivos). Se mantiver a intensidade média da VPAM observada entre 2009 e 2014 (-4,3%) e concentrar as suas ações com progressividade territorial, o país reduzirá, até 2030, a sua RMM para 53 por 100.000 e sua disparidade absoluta e relativa em 72% e 48%, respectivamente. Conclusões. A metodologia proposta permite formular simultaneamente metas para a redução das desigualdades geográficas em saúde e explicitar a primazia do princípio da equidade expresso no compromisso de não deixar ninguém para trás consagrado nos ODS, cuja urgência assume uma relevância renovada no atual cenário pós-pandêmico.en_US
dc.language.isoesen_US
dc.relation.ispartofseriesRev Panam Salud Pública;44, dic. 2020
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 IGO*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/igo/*
dc.subjectDesarrollo Sostenibleen_US
dc.subjectEquidad en Saluden_US
dc.subjectIndicadores de Saluden_US
dc.subjectMortalidad Maternaen_US
dc.subjectGuatemalaen_US
dc.subjectCOVID-19en_US
dc.subjectSustainable Developmenten_US
dc.subjectHealth Equityen_US
dc.subjectHealth Status Indicatorsen_US
dc.subjectMaternal Mortalityen_US
dc.subjectDesenvolvimento Sustentávelen_US
dc.subjectEquidade em Saúdeen_US
dc.subjectIndicadores Básicos de Saúdeen_US
dc.subjectMortalidade Maternaen_US
dc.titleSin dejar a nadie atrás: una metodología para establecer metas de reducción de desigualdad en salud del Objetivo de Desarrollo Sostenible 3en_US
dc.titleLeaving no one behind: Methodology to set health inequality reduction targets for Sustainable Development Goal 3en_US
dc.titleNão deixar ninguém para trás: uma metodologia para estabelecer metas de redução das desigualdades em saúde sob o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3en_US
dc.typeJournal articlesen_US
dc.rights.holderPan American Health Organizationen_US
paho.articletypeOriginal researchen_US
paho.isfeatured0en_US
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.26633/RPSP.2020.155
paho.source.centercodeUS1.1en_US
paho.relation.languageVersion10665.2/53774
dc.relation.ispartofjournalRevista Panamericana de Salud Públicaes_ES
dc.relation.ispartofjournalPan American Journal of Public Health


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