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dc.date.accessioned2020-09-09T19:13:58Z
dc.date.available2020-09-09T19:13:58Z
dc.date.issued2020-09-09
dc.identifier.govdocOPAS-W/BRA/COVID-19/20-110
dc.identifier.urihttps://iris.paho.org/handle/10665.2/52650
dc.description.abstract[Retrospectiva]: Uma característica importante de uma doença infecciosa, particularmente aquela causada por um novo patógeno como oSARS-CoV-2, é sua gravidade, cuja medida final é sua capacidade de causar a morte. As taxas de mortalidade nos ajudam a entender a gravidade de uma doença, identificar populações em risco e avaliar a qualidade dos cuidados de saúde. Existem duas medidas usadas para avaliar a proporção de indivíduos infectados com desfecho fatal. O primeiro é a taxa de mortalidade por infecção (Infection Fatality Ratio – IFR, em inglês), que estima a proporção de mortes em meio a todos os indivíduos infectados. O segundo é a taxa de letalidade (Case Fatality Ratio – CFR, em inglês), que estima a proporção de mortes em meio aos casos confirmados identificados. Para medir a IFR com precisão, deve-se ter conhecimento do quadro completo do número de infecções e mortes causadas pela doença. Consequentemente, neste estágio inicial da pandemia, a maioria das estimativas das taxas de mortalidade se baseou nos casos detectados por meio de vigilância e foi calculada usando métodos brutos, dando origem a estimativas amplamente variáveis da CFR por país: desde menos de 0,1% a mais de 25%. Para a COVID-19, como para muitas doenças infecciosas, o verdadeiro nível de transmissão é frequentemente subestimado porque uma proporção substancial de pessoas com a infecção não é detectada por serem assintomáticas ou apresentarem apenas sintomas leves, e portanto, normalmente não procurarem as unidades de saúde. Também pode haver segmentos negligenciados ou mal atendidos da população que têm menos probabilidade de acesso aos serviços de saúde ou exames. A subdetecção de casos pode ser exacerbada durante uma epidemia, quando a capacidade de testes pode ser limitada e restrita a pessoas com casos graves e grupos de risco prioritários (como profissionais de saúde da linha de frente, idosos e pessoas com comorbidades). Também pode haver casos diagnosticados incorretamente e atribuídos a outras doenças com quadro clínico semelhante, como a gripe. As diferenças na mortalidade entre grupos de pessoas e países são importantes indicadores indiretos do risco relativo de morte, os quais orientam as decisões políticas em relação à alocação dos escassos recursos médicos durante uma pandemia COVID-19 em curso. Este documento tem como objetivo ajudar os países a estimarem a CFR e, se possível, a IFR, da forma mais apropriada e precisa possível, levando em conta também possíveis vieses em suas estimativas...en_US
dc.language.isopten_US
dc.publisherOPASen_US
dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 IGO*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/igo/*
dc.subjectCOVID-19en_US
dc.subjectPandemiasen_US
dc.subjectBetacoronavirusen_US
dc.subjectMortalidadeen_US
dc.titleComo estimar a mortalidade pela doença do novo coronavírus (COVID-19). Informe científico. 4 de agosto de 2020en_US
dc.title.alternativeEstimating mortality from COVID-19: scientific brief, 4 August 2020en_US
dc.typeTechnical reportsen_US
dc.rights.holderPan American Health Organizationen_US
dc.contributor.corporatenameOrganização Pan-Americana da Saúdeen_US
dc.description.notesNumero de documento oficial: WHO/2019-nCoV/Sci_Brief/Mortality/2020.1.en_US
paho.isfeatured0en_US
paho.publisher.countryBrazilen_US
paho.publisher.cityBrasília, D.F.en_US
paho.source.centercodeUS1.1en_US
paho.contributor.departmentRepresentação da OPAS/OMS no Brasilen_US
paho.iswhotranslationyesen_US
paho.uri.WHOoriginalhttps://apps.who.int/iris/handle/10665/333642en_US


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