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Desigualdades sociales y prevalencia de síntomas depresivos: estudio transversal en mujeres de una ciudad fronteriza de México, 2014
Desigualdades sociais e prevalência de sintomas depressivos: estudo transversal em mulheres de uma cidade fronteiriça no México, 2014

dc.contributor.authorCalderon-Villarreal, Alheli
dc.contributor.authorMujica, Oscar J.
dc.contributor.authorBojorquez, Ietza
dc.date.accessioned2020-01-23T20:05:56Z
dc.date.available2020-01-23T20:05:56Z
dc.date.issued2020-02
dc.identifier.citationCalderon-Villarreal A, Mujica OJ, Bojorquez I. Social inequalities and prevalence of depressive symptoms: a cross-sectional study of women in a Mexican border city, 2014. Rev Panam Salud Publica. 2020;44:e9. https://doi.org/10.26633/RPSP.2020.9en_US
dc.identifier.issn1680 5348
dc.identifier.urihttps://iris.paho.org/handle/10665.2/51832
dc.description.abstract[ABSTRACT]. Objective. To assess the association between intersectional disadvantage and clinically significant depressive symptoms (CSDS), describing the magnitude of social inequalities in the prevalence of symptoms among adult women in Tijuana, Mexico. Methods. This was a cross-sectional study. CSDS were assessed using the Centers for Epidemiological Studies Depression Scale among a probability sample of 2 345 women from 18 – 65 years of age in 2014. CSDS prevalence was calculated according to categories of three social stratifiers: socioeconomic status (SES), educational attainment, and fertility (number of children). Social inequality was measured with the slope index of inequality (SII) and the concentration index (CIx). Intersectionality among stratifiers was explored descriptively and with multivariable regression analysis. Results. CSDS prevalence was 17.7% (95%CI: 15.1% – 21.0%). The SII and CIx showed inequity in all social stratifiers. The absolute difference in CSDS prevalence between the lowest and highest ends of the SES gradient was 21.9% (95%CI: 21.5% – 22.4%). Among the most disadvantaged women, i.e., those at the intersection of lowest SES, lowest educational attainment, and highest fertility, the CSDS prevalence was 39.5% (95% CI: 26.0% – 52.9%). Conclusions. Disadvantage along multiple axes was associated with CSDS. Efforts to improve the mental health of women should include equity-oriented policies that address its social determinants.en_US
dc.description.abstract[RESUMEN]. Objetivo. Evaluar la asociación entre la desventaja interseccional y los síntomas depresivos clínicamente significativos (SDCS), y describir la magnitud de las desigualdades sociales en la prevalencia de síntomas en mujeres adultas de Tijuana, México. Métodos. Se realizó un estudio transversal. Se evaluaron los SDCS utilizando la Escala de Depresión de los Centros de Estudios Epidemiológicos, en una muestra probabilística de 2 345 mujeres de 18 a 65 años, en 2014. Se calculó la prevalencia de SDCS según las categorías de tres estratificadores sociales: nivel socioeconómico, nivel educativo y fertilidad (número de hijos). Se midió la desigualdad social mediante el índice de desigualdad de la pendiente y el índice de concentración. Se exploró la interseccionalidad entre los estratificadores de manera descriptiva y con análisis de regresión multivariable. Resultados. La prevalencia de SDCS fue de 17,7% (IC 95%: 15,1% - 21,0%). El índice de desigualdad de la pendiente y el índice de concentración mostraron desigualdad en todos los estratificadores sociales. La diferencia absoluta en la prevalencia de SDCS entre los extremos inferior y superior del gradiente de nivel socioeconómico fue de 21,9% (IC 95%: 21,5% - 22,4%). Entre las mujeres más desfavorecidas (las que se encuentran en la intersección del nivel socioeconómico más bajo, el nivel educativo más bajo y la fertilidad más alta) la prevalencia de SDCS fue de 39,5% (IC 95%: 26,0% - 52,9%). Conclusiones. La desventaja a lo largo de múltiples ejes se asoció con SDCS. Los esfuerzos para mejorar la salud mental de las mujeres deben incluir políticas orientadas a la equidad que aborden sus determinantes sociales.en_US
dc.description.abstract[RESUMO]. Objetivo. Avaliar a associação entre a sobreposição de desvantagens e sintomas depressivos clinicamente significativos (SDCS), descrevendo a magnitude das desigualdades sociais na prevalência de sintomas entre mulheres adultas em Tijuana, México. Métodos. Foi realizado um estudo transversal. Os SDCS foram avaliados em 2014 por meio da escala Center for Epidemiologic Studies – Depression (CES-D) em uma amostra probabilística de 2 345 mulheres de 18 a 65 anos. A prevalência de SDCS foi calculada de acordo com as categorias de três estratificadores sociais: nível socioeconômico (NSE), nível educacional e fertilidade (número de filhos). A desigualdade social foi medida pelo índice angular de desigualdade e pelo índice de concentração. A sobreposição entre os estratificadores foi explorada de forma descritiva e por análise de regressão multivariada. Resultados. A prevalência de SDCS foi de 17,7% (IC95%: 15,1% a 21,0%). O índice angular de desigualdade e o índice de concentração mostraram desigualdade em todos os estratificadores sociais. A diferença absoluta na prevalência de SDCS entre os extremos mais baixo e mais alto do gradiente de NSE foi de 21,9% (IC95%: 21,5% a 22,4%). Entre as mulheres mais desfavorecidas, ou seja, as que se encontram na intersecção entre a NSE mais baixa, o menor nível educacional e a maior fertilidade, a prevalência de SDCS foi de 39,5% (IC95%: 26,0% a 52,9%). Conclusões. A desvantagem ao longo de múltiplos eixos foi associada aos SDCS. As iniciativas para melhorar a saúde mental das mulheres devem incluir políticas orientadas para a equidade que considerem os determinantes sociais da saúde mental.en_US
dc.language.isoenen_US
dc.relation.ispartofseriesRev Panam Salud Publica;44, feb. 2020
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 IGO*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/igo/*
dc.subjectDepressionen_US
dc.subjectSocial Determinants of Healthen_US
dc.subjectHealth Status Disparitiesen_US
dc.subjectWomen's Healthen_US
dc.subjectBorder Healthen_US
dc.subjectMexicoen_US
dc.subjectDepresiónen_US
dc.subjectDeterminantes Sociales de la Saluden_US
dc.subjectDisparidades en el Estado de Saluden_US
dc.subjectSalud de la Mujeren_US
dc.subjectSalud Fronterizaen_US
dc.subjectMéxicoen_US
dc.subjectDepressãoen_US
dc.subjectDeterminantes Sociais da Saúdeen_US
dc.subjectDisparidades nos Níveis de Saúdeen_US
dc.subjectSaúde da Mulheren_US
dc.subjectSaúde na Fronteiraen_US
dc.titleSocial inequalities and prevalence of depressive symptoms: a cross-sectional study of women in a Mexican border city, 2014en_US
dc.titleDesigualdades sociales y prevalencia de síntomas depresivos: estudio transversal en mujeres de una ciudad fronteriza de México, 2014en_US
dc.titleDesigualdades sociais e prevalência de sintomas depressivos: estudo transversal em mulheres de uma cidade fronteiriça no México, 2014en_US
dc.typeJournal articlesen_US
dc.rights.holderPan American Health Organizationen_US
paho.articletypeOriginal researchen_US
paho.isfeatured0en_US
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.26633/RPSP.2020.9
paho.source.centercodeUS1.1en_US
dc.relation.ispartofjournalRevista Panamericana de Salud Públicaes_ES
dc.relation.ispartofjournalPan American Journal of Public Health


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