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dc.date.accessioned2019-04-17T16:39:28Z
dc.date.available2019-04-17T16:39:28Z
dc.date.issued2017
dc.identifier.urihttps://iris.paho.org/handle/10665.2/50861
dc.description.abstract[Introdução] No seminário que antecedeu a 42a Reunião da COSALFA, em Quito, Equador, em abril de 2015, os países constataram a situação sanitária acima descrita, que além de representar um progresso significativo do Plano de Ação 2011-2020 do PHEFA, assinala também o início de uma nova etapa. Nessa nova etapa, será oportuno que os países livres com vacinação avaliem se estão em condições de avançar para um status livre de febre aftosa sem o uso de vacinas. Assim, o avanço do processo de erradicação se concebe como uma transição, em que a decisão de suspender a vacinação só deve ser adotada quando houver evidência sufi ciente de que o risco de infecção, tanto interno quanto externo, foi mitigado e que foram sufi cientemente reduzidas as vulnerabilidades a fi m de proteger a população do risco de introdução do agente da febre aftosa. É fato que as evidências que justificam uma avaliação de riscos de febre aftosa provêm das atividades desenvolvidas pelos sistemas de vigilância e, portanto, são determinantes da qualidade da informação e da tomada de decisões para a gestão sanitária.4 Uma das conclusões do Tema III do Seminário Pré-COSALFA sintetiza assim o desafio: “A busca de informação sobre riscos deve ser um esforço regional, colaborativo e transparente, e a avaliação de riscos dos sistemas de vigilância e a análise de vulnerabilidade são métodos apropriados para obtenção da informação necessária”. (PANAFTOSA-OPAS/OMS, 2015). Assim sendo, os países resolveram que o PANAFTOSA-OPAS/OMS devia reunir um grupo de especialistas para preparar, sob sua direção técnica e coordenação, uma proposta de Guia Técnica de Trabalho, com os parâmetros técnicos epidemiológicos e os métodos para enfrentar os principais desafios no âmbito dos países e da sub-região na última etapa do PHEFA. A Guia preparada pelos especialistas está organizada em três componentes, segundo os quais uma autoridade sanitária pode orientar a tomada de decisões para que a população animal de um país ou de uma zona faça a transição do status livre com vacinação para o status livre sem vacinação.pt_BR
dc.description.tableofcontents1. INTRODUÇÃO | 2. ASPECTOS ECONÔMICOS A SER CONSIDERADOS NA TRANSIÇÃO PARA O STATUS DE LIVRE DE FEBRE AFTOSA SEM VACINAÇÃO | 3. CARACTERIZAÇÃO DE SISTEMAS PRODUTIVOS PARA A ZONIFICAÇÃO | 3.1. ABORDAGEM METODOLÓGICA PARA A CARACTERIZAÇÃO DOS SISTEMAS PRODUTIVOS | 4. AVALIAÇÃO DE RISCO DE FEBRE AFTOSA EM ZONAS LIVRES COM VACINAÇÃO | 4.1. METODOLOGIA PARA AVALIAR O RISCO DE INFECÇÃO EM ZONA COM VACINAÇÃO | 4.1.1. Avaliação dos sistemas de Vigilância para estimar o risco de febre aftosa na população com vacinação | 4.1.2. Caracterização de Risco de febre aftosa nas populações bovinas | 4.1.2.1. Risco de febre aftosa na fase endêmica | 4.1.2.2. Risco de febre aftosa na atual etapa | 4.1.2.3. Zonas Endêmicas primárias e secundárias | 4.1.3. Métodos Estatísticos para a Caracterização de Riscos | 4.1.4. Avaliação de risco de Introdução de tipos virais atuantes em outras regiões do mundo | 4.1.4.1. Abordagem metodológica | 4.1.4.1.1. Identificação do perigo | 4.1.4.1.2. Avaliação de riscos | 4.1.4.1.3. Gestão de riscos | 4.1.4.1.4. Comunicação de riscos | 5. ABORDAGEM SUB-REGIONAL PARA A APLICAÇÃO DA GUIA TÉCNICA | 6. GESTÃO DE RISCO E REDUÇÃO DA VULNERABILIDADE EM ZONAS OU PAÍSES QUE MUDAM DE STATUS SANITÁRIO | 6.1. CONCEITO DE VULNERABILIDADE NOS PROGRAMAS DE LUTA CONTRA A FEBRE AFTOSA | 6.2. CONCEITO DE VULNERABILIDADE NO PLAN0 DE AÇÃO 2011-2020 DO PHEFA | 6.3. PROPOSTA DE APLICAÇÃO DO CONCEITO DE VULNERABILIDADE NAS ZONAS DE TRANSIÇÃO PARA O STATUS LIVRE DE FEBRE AFTOSA SEM VACINAÇÃO | 6.3.1. Primeiro Nível de Ação: Prevenção contra a Introdução de vírus da febre aftosa | 6.3.1.1. Reforço da Infraestrutura de Portos, Aeroportos, Terminais e Postos de Fronteira | 6.3.1.2. Revisão de políticas sanitárias para a prevenção da entrada legal e informal de mercadorias de risco de origem animal | 6.3.1.2.1. Entradas legais de animais e produtos de origem animal | 6.3.1.2.2. Movimento de animais e produtos de origem animal por passageiros e bagagem acopanhada ou veículos de transporte de carga e de pessoas | 6.3.1.2.3. Introdução de vírus da febre aftosa pela Proximidade Geográfica | 6.3.1.2.4. Introdução de vírus da febre aftosa por Animais Silvestres | 6.3.2. Segundo Nível de Ação: Redução da Exposição à infecção por vírus de Febre Aftosa | 6.3.2.1. Mitigação do risco da alimentação com resíduos | 6.3.2.2. Biossegurança dos laboratórios com manejo de vírus de febre aftosa | 6.3.3. Terceiro Nível de Ação: Detecção Precoce e Resposta Rapida | 6.3.3.1. Detecção Precoce | 6.3.3.1.1. Vigilância Passiva em zona livre sem vacinação | 6.3.3.2. Fortalecimento do Sistema de Emergências Sanitárias | 6.3.3.2.1. Planejamento do Sistema de Emergências Sanitárias | 6.3.3.2.2. Planos de Contingência | 6.3.3.2.3. Modelagem de focos de febre aftosa | 6.3.3.2.4. Manuais Operacionais | 6.3.3.2.5. Plano de Recuperação | 6.3.4. Fortalecimento do Serviço Veterinário Ofi cial para a transição de status sanitário | 7. REFERÊNCIAS | Quadros | N° 1: Distribuição dos benefícios decorrentes da mudança para o status livre sem vacinação | N° 2 : Distribuição dos custos com a mudança para o status livre sem vacinação | Diagrama 1: Avaliação de riscos de febre aftosa numa zona livre com vacinação, em transiçãopt_BR
dc.language.isoptpt_BR
dc.publisherOPASpt_BR
dc.subjectFebre Aftosaen_US
dc.subjectControle de Doenças Transmissíveispt_BR
dc.subjectAméricasen_US
dc.subjectFoot-and-Mouth Diseaseen_US
dc.subjectCommunicable Disease Controlen_US
dc.subjectFiebre Aftosaen_US
dc.subjectControl de Enfermedades Transmisiblesen_US
dc.subjectPHEFAen_US
dc.titleGuia técnica de trabalho para a última etapa do Programa Hemisférico de Erradicação de Febre Aftosa - PHEFA, 2. ed.pt_BR
dc.typePublicationsen_US
dc.rights.holderPan American Health Organizationen_US
dc.contributor.corporatenameOrganização Pan-Americana da Saúdept_BR
dc.description.notesDocumento Aprovado na 5° Reunião Cosalfa Extraordinária (Cuiabá, Mato Grosso, Brasil, 19 de Outubro de 2015); 2ª edição, revisada em Fevereiro de 2017.pt_BR
paho.isfeatured0en_US
dc.title.release2.ed.en_US
paho.publisher.countryBrazilen_US
paho.publisher.cityRio de Janeiroen_US
paho.source.centercodeBR680.1en_US
paho.subjectCat 1. Communicable Diseasesen_US
paho.contributor.departmentPan American Foot and Mouth Disease Center (PANAFTOSA)en_US
paho.iswhotranslationNoen_US


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