Show simple item record

dc.contributor.authorLarrandaburu, Mariela
dc.contributor.authorVianna, Fernanda Sales Luiz
dc.contributor.authorSilva, André Anjos da
dc.contributor.authorNacul, Luis
dc.contributor.authorSanseverino, Maria Teresa Vieira
dc.contributor.authorSchuler-Faccini, Lavínia
dc.date.accessioned2018
dc.date.available2018
dc.date.issued2017
dc.identifier.citationLarrandaburu M, Vianna FSL, Anjos da Silva A, Nacul L, Sanseverino MTV, and Schuler-Faccini L. Zika virus infection and congenital anomalies in the Americas: opportunities for regional action. Rev Panam Salud Publica. 2017;41:e174. doi: 10.26633/RPSP.2017.174.en_US
dc.identifier.urihttps://iris.paho.org/handle/10665.2/34540
dc.description.abstract[ABSTRACT]. The Zika virus (ZIKV) was identified in 1947 in the Zika forest in Uganda, but recently it has emerged as a public health threat. The first evidence of human infection occurred in 1952, but only in April 2007 was the first outbreak in humans recognized. In the Americas, a ZIKV outbreak began in Brazil in 2015, and from the second half of 2015 onward, a substantial number of newborns with severe microcephaly began to be reported to health authorities. In February 2016, the World Health Organization (WHO) declared that the clusters of microcephaly cases in areas affected by ZIKV constituted a Public Health Emergency of International Concern. Seldom has there been such a resultingly vast production of scientific literature in record time. In this report we discuss the impact of ZIKV infection during pregnancy, the diagnosis and surveillance of microcephaly, the recognition of a clinical phenotype of ZIKV congenital infection, and opportunities for public health action. We consider this to be a unique opportunity for countries in the Region of the Americas to develop, strengthen, and improve surveillance systems for congenital anomalies and teratogen information services. Creating health needs assessment tools for low- and middle-income countries may help them to develop effective policies to ensure primary, secondary, and tertiary prevention measures for congenital anomalies. Such initiatives will be useful for ZIKV congenital syndrome control and also for having a much wider impact on a significant proportion of preventable and manageable congenital conditions.en_US
dc.description.abstract[RESUMEN]. El virus del Zika (ZIKV) se identificó en 1947 en el bosque de Zika, en Uganda, pero recientemente ha surgido como una amenaza para la salud pública. Los primeros datos de la infección en seres humanos surgieron en 1952, pero no fue hasta abril del 2007 que se reconoció el primer brote en seres humanos. En la Región de las Américas, en el 2015 se inició un brote del virus en el Brasil, y desde la segunda mitad de ese año en adelante se empezó a notificar a las autoridades de salud un número considerable de recién nacidos con microcefalia grave. En febrero del 2016, la Organización Mundial de la Salud (OMS) declaró que los conglomerados de casos de microcefalia detectadas en las zonas afectadas por el ZIKV constituían una emergencia de salud pública de importancia internacional. Raramente ha habido una consiguiente producción tan vasta de publicaciones científicas en un tiempo récord. En este informe se aborda la repercusión de la infección por el ZIKV durante el embarazo, el diagnóstico y la vigilancia de la microcefalia, el reconocimiento de un fenotipo clínico de la infección congénita por el ZIKV y las oportunidades para las intervenciones de salud pública. Consideramos que se trata de una oportunidad única para los países de la Región de las Américas de desarrollar, fortalecer y mejorar los sistemas de vigilancia de las anomalías congénitas y los servicios de información sobre teratógenos. La creación de herramientas de evaluación de las necesidades de salud para los países de ingresos bajos y medianos puede ayudarles a elaborar políticas eficaces destinadas a asegurar medidas preventivas primarias, secundarias y terciarias para las anomalías congénitas. Dichas iniciativas serán útiles para el control del síndrome congénito del ZIKV y también para tener una incidencia mucho mayor sobre una proporción significativa de las enfermedades congénitas prevenibles y controlables.es_ES
dc.description.abstract[RESUMO]. O vírus Zika (ZIKV) foi identificado em 1947 em animais na floresta de Zika, em Uganda, mas se tornou um grande risco à saúde pública nos últimos anos. A primeira evidência de infecção humana data de 1952, porém o primeiro surto em seres humanos foi registrado somente em abril de 2007. Na Região das Américas, o Brasil registrou um surto de zika em 2015 e, a partir de meados daquele ano, passou a ser notificado aos órgãos de saúde um número considerável de casos de recém-nascidos com microcefalia grave. Em fevereiro de 2016, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou que a concentração de casos de microcefalia nas áreas de ocorrência de zika representava uma situação de emergência em saúde pública de interesse internacional. Raras vezes se viu tamanha produção de conhecimento científico em tão pouco tempo. Este artigo examina as consequências da infecção pelo vírus Zika durante a gestação, discorre sobre o diagnóstico e a vigilância de casos de microcefalia e a identificação de um fenótipo clínico da infecção congênita pelo ZIKVS e aponta oportunidades para ação em saúde pública. Os autores consideram ser esta uma oportunidade única aos países da Região das Américas de expandir a capacidade e reforçar e melhorar a qualidade dos sistemas de vigilância de malformações congênitas e os serviços de informação sobre teratogenicidade. Desenvolver instrumentos para avaliar as necessidades em saúde dos países de baixa e média renda pode favorecer a formulação de políticas eficazes que garantam medidas de prevenção primária, secundária e terciária de malformações congênitas. Tais iniciativas possibilitariam o controle da síndrome congênita do zika e também poderiam repercutir mais amplamente em um conjunto importante de afecções congênitas que podem ser prevenidas e controladas.pt_BR
dc.language.isoenen_US
dc.relation.ispartofseriesRev Panam Salud Publica;41, dic. 2017es_ES
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 IGO*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/igo/*
dc.subjectZika Virus Infectionen_US
dc.subjectMicrocephalyen_US
dc.subjectEpidemiological Surveillanceen_US
dc.subjectVirus Zikaen_US
dc.subjectZika Virusen_US
dc.subjectAméricasen_US
dc.titleZika virus infection and congenital anomalies in the Americas: opportunities for regional actionen_US
dc.title.alternativeLa infección por el virus del Zika y las anomalías congénitas en la Región de las Américas: oportunidades para la acción regionales_ES
dc.title.alternativeInfecção pelo vírus Zika e malformações congênitas nas Américas: oportunidades para ação regionalpt_BR
dc.typeJournal articlesen_US
dc.rights.holderPan American Health Organizationen_US
paho.articletypeSpecial reportsen_US
paho.isfeatured0en_US
paho.source.centercodeUS1.1en_US
paho.subjectCat 1. Communicable Diseasesen_US


Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record

Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 IGO
This notice should be preserved along with the article's original URL.Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 IGO