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dc.contributor.authorCampos, Tatiana Pes
dc.contributor.authorCarvalho, Marilia Saes
dc.contributor.authorBarcellos, Christovam Ces
dc.date.accessioned2015-08-25T14:54:09Z
dc.date.available2015-08-25T14:54:09Z
dc.date.issued2000es
dc.identifier.citationCampos, Tatiana P,Carvalho, Marilia Sa,Barcellos, Christovam C (2000) Mortalidade infantil no Rio de Janeiro, Brasil: areas de risco e trajetoria dos pacientes ate os servicos de saude. Rev Panam Salud Publica;8(3) -,sept. 2000. Retrieved from http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892000000800003&lng=pt&nrm=isoes
dc.identifier.urihttp://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892000000800003&lng=pt&nrm=isoes
dc.identifier.urihttp://iris.paho.org/xmlui/handle/123456789/8774
dc.format.extentiluses
dc.format.extenttabes
dc.relation.ispartofseriesRev Panam Salud Publica;8(3),sept. 2000es
dc.subjectMortalidade Infantiles
dc.subjectPrioridades em Saúdees
dc.subjectÁreas de Pobrezaes
dc.subjectBrasiles
dc.titleMortalidade infantil no Rio de Janeiro, Brasil: areas de risco e trajetoria dos pacientes ate os servicos de saudees
dc.title.alternativeInfant mortality in Rio de Janeiro, Brazil: higher risk areas, and patients travel for health serviceses
dc.typeJournal Articlees
dc.description.notesA taxa de mortalidade infantil e considerada sintese da qualidade de vida e do nivel de desenvolvimento de uma populacao. Entretanto, essa taxa e muito sensivel a acoes simples, como terapia de reidratacao oral, vacinacao e reversao do desmame precoce, cuja cobertura tem sido ampliada. Assim, a taxa de mortalidade infantil pode nao estar mais refletindo o modelo de desenvolvimento. Buscando um aprofundamneto da discussao sobre a mortalidade infantil, o presente estudo analisou os 153 bairros do Municipio do Rio de Janeiro (RJ), Brasil. Nosso objetivo foi localizar areas de risco e grupos prioritarios de intervencao que visam diminuir a mortalidade infantil no municipio, abordando separadamente a mortalidade neonatal e posneonatal segundo os bairros. Alem disso, foram identificados os fluxos entre o local de residencia da crianca e o local de obito, relacionando-os a classificacao socioeconomica dos bairros. A baixa frequencia de nascimentos em alguns bairros impediu a caracterizacao de areas com risco de mortalidade estatisticamente significativo em relacao a media do municipio. Cerca de um terco das mortes foram consideradas redutiveis mediante praticas adequadas de diagnostico e tratamento. Somente 15 por cento das causas de morte foram consideradas inevitaveis. Os componentes da mortalidade infantil apresentaram distribuicao espacial dispersa, sem uma relacao direta com o perfil socioeconomico; a mudanca no perfil da mortalidade infantil e a possibilidade de intervencao parece deslocar-se cada vez mais para a esfera dos servicos de saude, especialmente os medico-assistenciais. O fluxo das criancas entre o local de residencia e o local de obito mostra o deslocamento originado nas areas mais pobres em direcao as mais ricas, que concentram a maior parte das unidades de saude. Essa tendencia reafirma o papel fundamental do acesso a assistencia medica de qualidade na determinacao da mortalidade infantiles


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