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dc.contributor.authorPassos, Afonso Dinis Costaes
dc.contributor.authorFigueiredo, José Fernando de Castroes
dc.date.accessioned2015-08-25T14:52:57Z
dc.date.available2015-08-25T14:52:57Z
dc.date.issued2004es
dc.identifier.citationPassos, Afonso Dinis Costa,Figueiredo, José Fernando de Castro (2004) Fatores de risco para doenças sexualmente transmissíveis entre prostitutas e travestis de Ribeirão Preto (SP), Brasil. Rev Panam Salud Publica;16(2) 95-101,ago. 2004. Retrieved from http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892004000800004es
dc.identifier.urihttp://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892004000800004es
dc.identifier.urihttp://iris.paho.org/xmlui/handle/123456789/8205
dc.format.extenttabes
dc.relation.ispartofseriesRev Panam Salud Publica;16(2),ago. 2004es
dc.subjectDoenças Sexualmente Transmissíveises
dc.subjectComportamento Sexuales
dc.subjectTravestismoes
dc.subjectProstituiçãoes
dc.subjectBrasiles
dc.titleFatores de risco para doenças sexualmente transmissíveis entre prostitutas e travestis de Ribeirão Preto (SP), Brasiles
dc.title.alternativeRisk factors for sexually transmitted diseases in prostitutes and transvestites in Ribeirão Preto (SP), Braziles
dc.typeJournal Articlees
dc.description.notesOBJETIVO: Caracterizar a população de profissionais do sexo em atividade em Ribeirão Preto, Brasil, segundo variáveis demográficas e socioeconômicas, e estudar os fatores de risco para doenças sexualmente transmissíveis nessa população. MÉTODOS: Foram visitados todos os locais de prática de prostituição identificados na cidade. Os participantes responderam um questionário que levantava informações sócio-demográficas e fatores de risco para doenças sexualmente transmissíveis. Foi responsável pelas entrevistas uma assistente social que há mais de 5 anos desenvolvia atividades educativas junto aos profissionais do sexo de Ribeirão Preto. RESULTADOS: As 449 prostitutas, 53 travestis e 13 michês estudados representam uma população jovem, de baixa escolaridade, reduzido nível socioeconômico e grande mobilidade espacial. Em relação às prostitutas, os travestis apresentaram risco significativamente mais elevado para doenças sexualmente transmissíveis, o qual se traduz por diferenças em termos do tempo de trabalho, número médio de parceiros por dia, antecedente de doenças sexualmente transmissíveis ulcerativas, prática de sexo anal, uso de drogas ilícitas não-injetáveis, especialmente o crack, e antecedente de prisão. A exposição a bebidas alcoólicas foi o único fator de risco mais freqüente entre as prostitutas. O uso de preservativo com parceiros fixos foi menos comum do que nas relações sexuais comerciais, tanto em prostitutas como em travestis. CONCLUSÕES: Os profissionais do sexo de Ribeirão Preto, especialmente os travestis, representam uma população socialmente marginalizada e de alto risco para doenças sexualmente transmissíveis. É necessário que os serviços de saúde pública dediquem mais atenção aos profissionais do sexo, tanto em termos de programas preventivos como de realização de novas investigações que permitam um melhor conhecimento acerca dos fatores de risco específicos desse grupo para as doenças sexualmente transmissíveis. (AU)es


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