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dc.contributor.authorCatalan-Soares, Bernadettees
dc.contributor.authorCarneiro-Proietti, Anna Bárbaraes
dc.contributor.authorProietti, Fernando Augustoes
dc.date.accessioned2015-08-25T14:52:49Z
dc.date.available2015-08-25T14:52:49Z
dc.date.issued2004es
dc.identifier.citationCatalan-Soares, Bernadette,Carneiro-Proietti, Anna Bárbara,Proietti, Fernando Augusto (2004) Vírus-T linfotrópico humano em familiares de candidatos a doação de sangue soropositivos: disseminação silenciosa. Rev Panam Salud Publica;16(6) 387-394,dez. 2004. Retrieved from http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892004001200004es
dc.identifier.urihttp://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1020-49892004001200004es
dc.identifier.urihttp://iris.paho.org/xmlui/handle/123456789/8149
dc.format.extentiluses
dc.format.extenttabes
dc.relation.ispartofseriesRev Panam Salud Publica;16(6),dez. 2004es
dc.subjectVírus 1 Linfotrópico T Humanoes
dc.subjectVírus 2 Linfotrópico T Humanoes
dc.subjectSoropositividade para HIVes
dc.subjectDoadores de Sanguees
dc.titleVírus-T linfotrópico humano em familiares de candidatos a doação de sangue soropositivos: disseminação silenciosaes
dc.title.alternativeHuman T-cell lymphotropic virus in family members of seropositive blood donors: silent disseminationes
dc.typeJournal Articlees
dc.description.notesOBJETIVO: Verificar a ocorrência de transmissão do vírus-T linfotrópico humano entre familiares de portadores assintomáticos, identificados por ocasião de doação de sangue; e avaliar a provável direção da transmissão em parceiros sexuais com o mesmo diagnóstico sorológico (concordantes). MÉTODOS: Entre março de 1997 e junho de 2003 foram estudados familiares e parceiros sexuais estáveis de doadores de sangue soropositivos (e assintomáticos) para o vírus-T linfotrópico humano dos tipos I e II. O diagnóstico foi obtido pelos testes imunoenzimático e Western blot. Para determinar a direção da transmissão, foram coletados, através de um questionário, dados demográficos e comportamentais. Os participantes do estudo residiam na região metropolitana de Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais. RESULTADOS: A soroprevalência geral para o vírus-T linfotrópico humano do tipo I foi de 25,9 por cento entre 352 familiares de 343 pacientes soropositivos (334 positivos para o tipo I e 9 positivos para o tipo II). Em mães, parceiros sexuais e filhos de doadores soropositivos a prevalência foi de 36,6 por cento (15/41), 35,9 por cento (42/117) e 17,5 por cento (34/194), respectivamente. Os dados obtidos acerca de fatores de risco indicaram maior eficiência de transmissão no sentido do homem para a mulher. CONCLUSÕES: As taxas de prevalência sugerem agregação familiar da infecção por vírus-T linfotrópico humano. A transmissão se deu principalmente por via sexual (horizontal). Deve-se avaliar a presença do vírus em pessoas relacionadas a indivíduos infectados, mesmo se assintomáticos, para melhor compreensão da transmissão e implementação de medidas mais eficazes de prevenção contra a disseminação do vírus. (AU)es


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